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Saiba qual a opinião das mulheres das classes A e B quando o assunto é dinheiro

A pesquisa realizada pela Quorum Brasil, com 370 mulheres de Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo, mostra que o dinheiro de mais de 20% das entrevistadas é destinado para os filhos, enquanto investimentos pessoais (4%) e hobbies (3%) são gastos por apenas uma parte muito pequena das mulheres.

Perguntamos com o que preferem gastar, quando sobra dinheiro, e a família liderou a resposta de 49% das mulheres seguido de passeios (41%) e apenas uma pequena parte (10%) prefere usar o dinheiro de outra maneira.

Na pesquisa as mulheres contaram também quais sonhos ainda não realizaram por falta de dinheiro e em quê pretendem investir em 2019. As respostas são um alerta para os mercados de viagens e educação.

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Os novos adolescentes e sua relação com o mundo

A pesquisa de outubro de 2018 realizada pela Quorum Brasil com 300 adolescentes em São Paulo mostra a opinião destes jovens em relação ao dinheiro, consumo, família e outros. Enquanto as classes A e B falam sobre conquistas e futuro, as classes C e D associam o dinheiro ao consumo.

Na classe média a educação financeira é mais presente e talvez essa seja uma explicação do porquê um grupo pensa mais em gastar do que outro, embora todos sejam adolescentes.

Os pais conversam sobre despesas da casa e ajudam os filhos a se controlarem, mas quando o assunto é sexo, ainda é fora de casa que o assunto se resolve.

Esses jovens não dão palpite nas marcas do que se consome em casa, mas são eles quem mandam nas marcas de produtos eletrônicos e de moda.

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Economia e futuro: O que os brasileiros pensam

A pesquisa de outubro de 2018 realizada pela Quorum Brasil com 1.014 pessoas em cinco estados mostrou que 72,4% dos respondentes são a favor da cobrança de mais impostos sobre bens e patrimônios e menos sobre o consumo, estes acham justo os proprietários de mais posses pagarem mais impostos.

Quando o assunto é reforma na previdência, as opiniões são bastante divididas: 52,9% são contra uma reforma na previdência social, 59,4% das mulheres não são a favor da reforma e 53,6% dos homens são favoráveis a reforma.

As esperanças sobre a economia são positivas, mais de 67% acreditam na melhora da economia em 2019 contra apenas 17,6% que pensam o contrário, e 15% que não contam com nenhuma diferença.

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Pesquisa aponta que voto obrigatório divide os brasileiros

Pesquisa realizada pela Quorum Brasil, com 3.713 pessoas em 14 capitais brasileiras, mostra que o brasileiro fica dividido quando o assunto é voto obrigatório na eleição. Do total de entrevistados, 46% responderam que votariam na próxima eleição mesmo que o voto não fosse obrigatório. Os outros 54% disseram que não iriam comparecer às urnas caso o voto fosse facultativo.

O eleitor também se mostra decepcionado com o atual quadro político. A pesquisa revela que mais de 60% dos entrevistados sabem que o candidato em que votou na última eleição está evolvido em algum tipo de escândalo.

Em função do cenário atual, os candidatos terão mais trabalho para convencer o eleitor. Os entrevistados (91%) dizem que vão pesquisar sobre os candidatos antes de irem às urnas e a maioria (84%) pretende compartilhar essas informações.

A pesquisa mostra que os telejornais (63,5%) seguem sendo a principal referência de informação para o eleitor. Se destacam, ainda, a busca por informações em sites e blogs políticos (47,5%) e nas próprias redes sociais (47,2%).


Falta de tempo é o principal motivo alegado pelo paulistano que não pratica atividade física

A Quorum Brasil ouviu 600 homens e mulheres, de 20 a 64 anos na cidade de São Paulo. A maioria dos homens, 61% e 73% das mulheres não praticam nenhuma atividade física com frequência. O maior motivo, alegado por ambos é a falta de tempo e de costume.

Não há diferença entre homens e mulheres em relação às atividades mais praticadas (caminhada e musculação), mas ficou claro que as mulheres estão tomando gosto pela corrida e que o futebol continua sendo uma atividade mais masculina.

“Não ter o hábito é a segunda justificativa para não se praticar atividade física. Hábito é uma consequência de oportunidade. Quanto mais próximo estiverem parques e equipamentos, por exemplo, maior será a oportunidade para praticar a atividade física e mais rápido esse hábito irá se espalhar. Um desafio tanto para o praticante quanto para os governos”, afirma o CEO da Quorum Brasil, Claudio Silveira.

A maioria dos entrevistados faz atividade física para se sentir bem, ter disposição no dia a dia e perder peso e disseram ainda que faz bem para a vida amorosa. 68% dos homens e 76% das mulheres dizem que a prática de exercícios levou a uma mudança de hábitos alimentares.

“ A atividade física é capaz de mudar comportamentos, quem pratica se alimenta melhor, namora melhor, sente-se mais bonito e vive melhor. Incentivar a prática da atividade física, portanto, é incentivar uma vida melhor para a cidade e para seus moradores”, afirma Silveira.


3 em cada 10 brasileiros na 3ª idade conseguem guardar dinheiro

A pesquisa “A 3ª idade está mais jovem”, feita pela Quorum Brasil, apresenta dados sobre o dia a da dos idosos. O levantamento foi feito com 500 pessoas em São Paulo, de 60 a 80 anos, entre os dias 01 e 07 de abril.Os dados mostram que a grande maioria é independente na hora de fazer suas compras: 63% dos entrevistados responderam que fazem suas compras sozinhos. O supermercado foi a opção mais escolhida na pesquisa como o local onde preferem fazer as compras (93%), seguido por feiras, mercadinhos e sacolões. A Internet foi a quinta opção mais escolhida.

O levantamento também mostra que a maioria não consegue guardar dinheiro no fim do mês: 69%. Dos que conseguem guardar (31%), 33% disseram que fazem algum investimento e a poupança foi a modalidade mais escolhida.

O celular faz parte da rotina dos idosos: 72% disseram ter um smartphone e o usam para fazer e receber ligações; ler e enviar mensagens; tirar fotos; acessar e-mails; etc.

A pesquisa também traz dados sobre mobilidade. 30% disseram que gostam de andar a pé pela cidade (sem ser por atividade física) e a grande maioria acha que as calçadas estão longe do ideal: 78,6% dos entrevistados com 71 a 80 anos consideram as calçadas totalmente inadequadas.

60% usam o transporte público para se locomover e 56% responderam que são pouco respeitados pelos motoristas de ônibus.

A pesquisa perguntou se os entrevistados se achavam idosos. Entre os de 60 a 65 anos, 68% responderam que não. O índice cai para 56% entre os que têm de 66 a 70 anos e para 22% entre os que tem de 71 a 80 anos.

A atividade física está presente no dia a dia da maioria: 53% responderam que praticam exercícios e a caminhada foi a modalidade mais citada, seguida por academia/musculação, natação, corrida, futebol e ciclismo.